penso bobagens em um dia de sol às margens do rio; às margens da marginal. não quero ser ninguém além de mim e deste corpo que carrego comigo; sou só. entro no mar gelado de agosto, não penso; a dor carregada nos ossos, o frio deste tempo. encerro-me nas linhas parcas do bloco de notas. permaneço nas margens, olhar rarefeito. e só.
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