19 de janeiro de 2011

Uma poesia para Clarissa

Wlad fez esta singela e lírica homenagem a mim, há alguns anos atrás.

De onde eu vim
há lagunas azuis

De onde eu vim
há o generoso mar

De onde eu vim
já brotaram os mais
sonhados sonhos
de pátria, pão, terra e
igualdade

De onde eu vim
a terra foi regada
por sangue na luta
pela liberdade

Sou sol, sol lua,
estrela que guia
e é guiada,
ilumino e sou
iluminada

Sou raça, sou luta,
sou ternura, sou graça,
sou as praças,
me faço, renasço,
me completo
com as massas

Sou clara,
sou comunista,
sou filha de Anita,
sou Clarissa

Wladimir Crippa, 03 de Novembro de 2007