Despeço-me do que nunca convivi. Derrubo sobre a mesa a taça embebida com cólera e solidão. Sinto saudades das incertezas que já cultivei. E reinvento esse incerto de agora, desnudo e enrugado.
Despeço-me dessa mulher que não vou conhecer. Trago comigo o essencial, invisível e indivisível. Tomo o trem que não me aguardava. Sigo em viagem.