Entre nós, nós e dois dedos no copo. A mancha de gordura na borda, a dose desdobrada no dosador. Na borda do copo, a gordura da dose desenha o corpo; silhueta desejosa do tato. O desenho do desejo: a cor, a dor, o copo. A certeza é torpor. O resto é querer: corpo, cor, suor. Quando não, o desejo arde indolor.