É mais um dia comum, é mais um dia do mês de março.
Março, esse mês que tanto desejo que chegue pela beleza que emana, pelo vento diferente que sopra, pela sombra que cai no entardecer e faz o céu ficar azul-alaranjado. Sete é um dia ímpar, março é ímpar também. São ímpares como Helena. São ímpares como o amor incalculável que a numerologia não pode supor a intensidade. E Helena não é só o amor que eu sinto por ela ou que, talvez, ela sinta por mim. Ela é substantivo concreto, a materialização de um sentimento profundo que a precedeu.
Ela sintetiza um pedaço importante da minha vida. Que foi presente, que é passado. Helena congrega tudo aquilo que quero ser e que se desdobra em coisas que eu ainda não posso imaginar. Ela ser quem é diz tanto de mim, e diz daquilo que eu não posso nem mesmo nominar, porque não é passível de exteriorização. Ao mesmo tempo, Helena é o deslocamento do amor que mora dentro da gente para a superfície, explodindo em cores e sons. Em notas e tons.
Helena é a compilação de tudo que eu fui até o dia sete de março de 2009. Helena é um presente para mim. Helena é o que eu quis contar para mundo. É o melhor texto que escrevi. É o melhor de nós, Darwin de Assis. Porque o amor pode se transformar, mas nunca acaba.
Ela sintetiza um pedaço importante da minha vida. Que foi presente, que é passado. Helena congrega tudo aquilo que quero ser e que se desdobra em coisas que eu ainda não posso imaginar. Ela ser quem é diz tanto de mim, e diz daquilo que eu não posso nem mesmo nominar, porque não é passível de exteriorização. Ao mesmo tempo, Helena é o deslocamento do amor que mora dentro da gente para a superfície, explodindo em cores e sons. Em notas e tons.
Helena é a compilação de tudo que eu fui até o dia sete de março de 2009. Helena é um presente para mim. Helena é o que eu quis contar para mundo. É o melhor texto que escrevi. É o melhor de nós, Darwin de Assis. Porque o amor pode se transformar, mas nunca acaba.
