- Cortem as cabeças! Cortei uma a uma. Agora, expostas nas pastagens verdes do meu botão. Todas sepultadas com as têmporas a mostra: as que desamei, as que abandonei e as que já estiveram sobre o meu pescoço. Cortei as cabeças a facão, não podem mais dizer. Mas, os mortos sempre ficam na lembrança do meu botão.