Clicou
em (L) e nada. De novo, digitou (L), bem devagarinho. Nada! "Puta que
pariu", balbuciou. "Como vou retribuir esse coração? Beijo. Beijo, tá
bom!" Cogita incluir um "afetuoso abraço" pra reforçar.
"Mas, ela havia mandado um coração, gente. Um coração! E no meio de tanta
carinha amarela sorridente não é capaz de se ter um mísero coraçãozinho
vermelho! Se, ao menos pudesse usar o Alt + três números quaisquer... Mas, o
raio do coraçãozinho não era (L)"?
Pensa mais um pouco. Mais um pouco. "Quem sabe o Gugou me sugere um comando. Ah! Putz, é claro, no Feicebuque, o amor é um coração desastrado, caído por cima da mesa < 3".
Tergiversou. "Será que existe um cemitério dos símbolos? Será que é pra lá que vão as línguas mortas? Elas levam consigo todos os amores contidos? Aqueles que um dia codifiquei em (L)?"
"Aff... Quanta bobagem!" No quarto, só se ouve o tlec do teclado. < 3. Enter. Do outro lado, mais um coração espalhado sobre a mesa.
Pensa mais um pouco. Mais um pouco. "Quem sabe o Gugou me sugere um comando. Ah! Putz, é claro, no Feicebuque, o amor é um coração desastrado, caído por cima da mesa < 3".
Tergiversou. "Será que existe um cemitério dos símbolos? Será que é pra lá que vão as línguas mortas? Elas levam consigo todos os amores contidos? Aqueles que um dia codifiquei em (L)?"
"Aff... Quanta bobagem!" No quarto, só se ouve o tlec do teclado. < 3. Enter. Do outro lado, mais um coração espalhado sobre a mesa.