Como se não pudesse, senão, ser isso. Mas, se, de repente, o mundo se mostrasse, então, como seria? Tanto quanto tu serias capaz de dizer-me? Talvez, tu fostes quem, afinal, seria (in)capaz de dizer-me.
De ti. Ou da terceira e da primeira pessoa do singular.
Quem sabe, nenhum de nós pudesse conter(nos). De sermos isso que somos. Sem regras que nos somem aos outros. Que pesadelo! Não sou os outros e as outras. Sou isso. E só.
E te consolo, por não seres quem eu sou. Livres, apesar dos pesares que nos destoam de nós mesmos!
Por favor, não! Não sigamos ao norte. Nem com sorte, a morte. E, mesmo assim, nunca volto atrás. E, se voltar, vou te encontrar numa noite fria ou quente, só pra te explicar de ti. Pois, de mim, já sei. E tanto faz. Embora, eloquente e fugaz, tu és, assim, tão pouco e já, te jaz, enfim. Nenhum pouco. Nem um pouco.